De que ? eu gosto??ask me!!! Para dizer a verdade serei mais uma cabe?a pensante ou a fake thinking head neste mundo de pequenos encontros e desencontros,onde predomina a luxuria e a procura incessante da materializa??o! No fundo limito-me a não criar expectativas.
Pintura e Desenho
Actualmente com a mania da fotografia
Favorite Music
KANE..U2;Bush;Zero7;nitinsawhney;Tosca; Creed; Tiga; Red Hot; Radiohead; saint germain; koop;sevendust; Alex Kid;parov stelar; Sebastien Tellier; Air; Idjut boys; stereophonics;Llorca
Favorite TV Shows
..gato fedorento..
Favorite Books
memorias das minhas putas tristes Pa?s dos jeitosos.
A vida é pautada por momentos serenos e momentos de mudança. Mas embora todos gostemos de dizer que queremos estabilidade, paz e bons costumes, no fundo é a mudança que nos leva à evolução. São esses períodos de intensa actividade psíquica que descobrimos mais sobre nós, os outros e a vida em geral. Às vezes estabelecemos metas, limites e considerações que nos vão acompanhar durante largos períodos de tempo ou por toda a vida. Por isso mesmo abraço este novo momento da minha vida com a mesma alegria com que abraçaria um pedaço de céu azul. Existem pessoas que se assustam com estas mudanças nas suas vidas e depois vivenciam-nas com profundo mal estar... Ter medo é a sensação mais paralisante do mundo e eu que o diga. Ter medo impede-nos de ousar, de ir mais longe, de estender as asas e voar. É por isso que o medo é antítese do humano. Porque o destino dos humanos é ir mais longe e mais fundo. Eu também tenho medo. Medo que me magoem. Medo da dor psíquica. Medo da vergonha. Medo do mal estar. Medo dos silêncios pesados e duros. Medo da traição, do engano, das máscaras, da falta de honestidade e abertura. Medo de ter medo. Medo da falta de criatividade. Medo da vulgaridade... Pavor da vulgaridade. E ainda assim, exponho-me na minha escrita. Mesmo com o medo a toldar-me a mente. É isso que separa a barreira entre os merdosos e os artistas... Uns quantos têm talento e não o sabem usar... Simplesmente porque querem sentir aplausos de meia dúzia de pares envenenados com o próprio orgulho... E por isso não ousam deslizar para fora dessa linha que gera consenso como se esta fosse uma fórmula mágica mas sem sentimento. Outros não têm talento mas tentam... tentam desesperadamente e por vezes conseguem rasgos de beleza. E outros ainda ousam ser simplesmente quem são. E isto acontece em tudo na vida. Com a arte, mas também nos grupos sociais, nas ruas, nos empregos... Ousar ser diferente, ser mais que mediano, ser menos que mediano é uma coragem pujante. Quem sou eu no meio disto tudo? Uma esforçada com rasgos? Uma talentosa babada de orgulho? Um ser raro e com valor artístico? Isso penso que cabe a cada um avaliar. E não a mim... Eu por enquanto limito-me a reflectir sobre estas nuances da natureza humana... E fascinar-me com ela. "
Nunito! Que saudades! Foi tao bom "rever-te"... ficas convidado para uma visita a Lx para comermos um bacalhau com natas (desta vez nao vai ser salgado :)) Beijos grandes e um abraço daqueles que se sentem ca dentro e aquecem a alma...